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O processo de tratamento do resíduo sólido desenvolvido e patenteado pela Solum Ambiental não requer combustão do lixo e o desintegra no seu todo, destruindo por completo materiais infecciosos, patológicos e organoclorados sem produção de cinzas, tendo como subproduto sólido uma matriz cerâmica inerte com aplicação comercial, possibilitando, também, a cogeração energética.

Os gases formados no processo não possuem dioxinas ou furanos e são de baixo volume, pois advêm da desintegração do material e não de processos de combustão e gaseificação tradicionais.

O grande problema mundial em relação ao lixo é encontrar uma forma eficaz para tratá-lo. Incinerá-lo ou gaseificá-lo (mesmo com a tecnologia de plasma) envolve a presença de ar atmosférico e aí surgem os verdadeiros males ambientais. A presença do ar implica introduzir muito oxigênio no processo para a combustão ou gaseificação.

Componentes altamente nocivos diferenciam resíduos hospitalares (considerados de risco biológico) e industriais dos municipais, tais como lâminas de laboratório, seringas, luvas de PVC, agulhas, bolsas transfusionais e substâncias químicas possivelmente nocivas, tais como reagentes, resíduos ácidos, medicamentos com validade vencida, material radioativo, lodos, óleos etc.

A incineração ou queima do lixo, seja hospitalar, municipal ou industrial, produz grande quantidade de substâncias cancerígenas, como PCDD, PCDF e TCDD. Esse fato foi descoberto por meio de pesquisas realizadas na década de 1970. Além disso, são geradas cinzas nesse processo, as quais, como mencionado anteriormente, devem ser aterradas.

No caso de resíduos hospitalares e industriais, devido aos componentes presentes no lixo, a quantidade de metais pesados nas cinzas oriundas de incineração é absurdamente alta. Há, ainda, aumento muito elevado do risco de contaminação de águas subterrâneas quando esses resíduos forem acomodados em aterros.

A maior presença de componentes como cloro nesses tipos de resíduos também pode aumentar muito a geração de resíduos cancerígenos, os quais estão presentes nos gases de exaustão da combustão e nas micropartículas geradas.

As leis vigentes atualmente (como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em agosto de 2010, que determina a proibição de lixões) poderão tornar ainda mais caro o tratamento desses resíduos especiais, o que praticamente exige a busca por novas tecnologias de tratamento de lixo que possam tornar o processo mais barato e menos poluente.

A tecnologia utilizada na Vorax – UTR DuoTherm de destilação seca (via gradiente térmico fazendo com que o lixo seja aquecido e pirolisado na primeira fonte e vitrificado na segunda fonte na ausência de oxigênio) é a solução mais eficaz até hoje concebida em todo o mundo.
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